sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Contagem Regressiva!!!

Caros leitores,


É com grande honra que a 7ª Turma de Trainnes do Grupo Marquise inicia os festejos de 1 ano de atividades. De hoje até o dia 06/08 serão postadas fotos que relembram um pouco de nossa trajetória. Aproveite também para reler aqueles posts que você mais gostou e comente. Afinal de contas, recordar é viver!

Iolam Júnior

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Revolta, Choque e Emoção

Novamente voltamos ao assunto de violência, infelizmente não tem como escapar dele. Domingo, dia 27 de julho, fui ao aniversário de 1 ano de um parente. A festa, ocorrida em um buffet infantil, transcorria perfeitamente até que escuto 3 tiros.
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Logo em seguida vejo as pessoas se movimentando desesperadamente, todas buscando alguma forma de se proteger. Foram minutos de verdadeiro terror, em que a incerteza dos fatos me deixou com uma angustia indescritível e eu só conseguia pensar onde estavam todos da minha família.
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Logo começaram a chegar as primeiras informações. Os assaltantes queriam entrar no buffet, mas como o segurança tinha reagido, eles tinham matado-o. O desespero tomou proporções ainda maiores.
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Minutos depois o caos estava armado. Viaturas da ronda, carro da perícia, ambulância, imprensa e curiosos. Dentro do buffet a alegria e a beleza da festa cederam lugar à revolta, ao choque, à emoção e, principalmente, à incredulidade.
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Um homem morto. Difícil acreditar nisso. Mais difícil ainda é acreditar que episódios como esse vem acontecendo com uma freqüência cada vez maior, e cada vez mais perto de nós. Dedico este texto em homenagem a ele, um rapaz de 26 anos, com uma filha de apenas 2 meses, que saiu de casa para trabalhar e acabou morrendo para nos proteger.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Uma alma encontrada, mas ainda existem muitas perdidas!

Este ano, mais precisamente, em fevereiro de 2008, um amigo colocou as fotos de um mendigo em sua página no site de relacionamentos Orkut. Eu achei estranho, apesar de saber que o meu amigo tem algumas idéias revolucionárias e vive a vida na cena underground de Fortaleza. Uma foto tudo bem, mas várias? Estranho, não acham?

Este mendigo, eu acho que muitos já o viram nas ruas do centro de Fortaleza. Ele é alto, magro, tem os cabelos cumpridos (parecidos com o cabelo do astro do reggae, Bob Marley). Pode ser difícil de identificar, já que todos nós os achamos muito parecidos. Podem se parecer fisicamente, surrados pelas dificuldades da vida, pela falta de dinheiro, por decisões mal tomadas ou simplesmente por acharmos que são loucos da rua, pessoas que perambulam pelas ruas da cidade. São almas perdidas.


Almas que passam despercebidas, mas este mendigo, que já tem quase 40 anos me chamava à atenção, pois sempre estava contando, nunca o via pedindo esmola e estava sempre fumando e tomando café. Uma figura diferente dos pedintes que encontramos e que não os respeitamos por se entregarem a esmola como meio de vida.


O nome deste senhor é Sílvio Tadeu da Cruz, eu descobri o seu nome através das fotos do Orkut do meu amigo e através dele soube de sua história de vida. A sua identidade foi descoberta por um integrante da banda Rebel Lion, que teve a mesma curiosidade que a minha, mas a dele foi mais forte e fez com que tomasse uma iniciativa.


Este rapaz abordou o mendigo e conseguiu descobrir o nome dele. Depois disso, foi atrás dos seus parentes e descobriu que Sílvio era de uma família de classe média de São Paulo. O mendigo sofreu alguns traumas emocionais após presenciar a morte do irmão, largou o curso de engenharia e foi internado, mas fugiu e até algum tempo atrás estava perdido pelas ruas de Fortaleza. A família de Sílvio veio a Fortaleza e o levou de volta para casa.


Descobri o motivo dele viver contando, soube também que era um homem de hábitos e percebi que todo homem ou mulher tem uma história de vida que deve ser considerada, todos devem ser respeitados não pela sua classe social, mas por ser igual a nós. Imagino que todos nós respeitamos, mas o que fazemos na prática?


Somos todos iguais e são atitudes como a do integrante da banda Rebel Lion, que me faz perceber a importância da solidariedade, da preocupação com o próximo. Vivemos em um mundo, onde a maioria das pessoas vislumbra o seu bem estar pessoal. Não estamos errados em viver as nossas vidas, mas também não precisamos fechar os olhos para as almas perdidas que caminham pelas ruas, são pessoas que têm uma história e que não precisam de nada mais que uma oportunidade ou algumas horinhas de atenção.


Sou contra a esmola, mas sou mais contra ainda, a estagnação e a indiferença com o próximo. Nós fazemos parte da desigualdade social que assola este país, com nossos vidros fechados e ares de superioridade. Sei que temos que nos proteger da violência, mas também podemos combatê-la da mesma forma que o mendigo Sílvio Tadeu foi ajudado.


http://www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/764750.html


Tiago Becker

terça-feira, 29 de julho de 2008

Mudança de hábito

Há duas semanas inclui a corrida como minha primeira atividade diária. Essa mudança de hábito foi necessária devido ao meu calendário de atividades para o próximo semestre que começa na semana que vem. Como não terei mais condições de ir para academia no período da noite, a corrida será a alternativa mais viável devido à correria do dia-a-dia. E inicialmente essa mudança não foi fácil. Pela manhã meu organismo ainda está "em macha lenta" e meu rendimento não é o mesmo do que no período da noite, mas mesmo assim, já estou percebendo uma mudança gradual quando acordo.

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Nos primeiros dias não conseguia me levantar com muita disposição para praticar atividades físicas. Em plenas férias a vontade de dormir é uma tentação constante. Mas não podia fugir do meu propósito que é a pratica de exercícios físicos pela manha. Estou tentando gradualmente tornar o hábito de praticar exercícios fiscos igual a hábito da leitura consolidado durante o programa Trainee.

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No entanto, a maioria da população mundial não possui esse hábito. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2 milhões de pessoas morrem por ano no mundo em razão do sedentarismo. .

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A Sociedade Brasileira de Cardiologia estima que entre 70% e 90% dos brasileiros são sedentários, divididos entre aqueles que não praticam exercícios e os que desenvolvem atividades físicas sem regularidade. Apenas 10% da população do Brasil pratica exercícios físicos regularmente.

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A falta de atividade física aliada a fatores como fumo, diabetes, pressão alta, entre outros, contribui para o aparecimento e agravamento de doenças cardíacas. A prática de exercícios físicos, em especial os exercícios aeróbicos, melhora a qualidade de vida e diminui a incidência de complicações cardiovasculares.

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Os exercícios aeróbicos aumentam a oxigenação dos músculos e do organismo. Eles trazem uma série de benefícios, como controle do peso e pressão arterial, redução das taxas de gordura e glicose, aumento do bom colesterol, resistência muscular, mobilidade das articulações e equilíbrio.

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Caro leitor, o que você acha da prática de exercícios físicos pela manhã?

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Martonne Filho

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Fonte:

http://portal.rpc.com.br

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Olimpíadas de Pequim e a poluição do ar.

Estamos todos ansiosos com a chegada do dia 8 de agosto: início das Olimpíadas em Pequim, China. Os jogos olímpicos causam euforia na população do mundo, e todos desejam ver seus atletas arrastarem títulos e medalhas pra casa. É o momento de mostrar que todo o tempo investido em treinamento não foi em vão.
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Contudo, um fator preocupa as delegações de todos os países: a qualidade do ar na capital chinesa. "Existem razões para que todo o mundo, incluindo atletas e organizadores, fique preocupado com a qualidade do ar. As emissões de PM10 não cumprem sequer os limites nacionais, o que dizer dos [limites] da OMS (Organização Mundial de Saúde)", afirmou Lo Sze Ping, diretor da campanha do Greenpeace na China.
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As fontes poluidoras são muitas. O carvão mineral, fonte de energia barata, fornece 80% da eletricidade chinesa. Por causa dele as fábricas, ao mesmo tempo em que geram renda e movimentam a economia, lançam fumaça das chaminés (sem filtro) e produzem a chuva ácida que destrói monumentos e plantações. Há também os resíduos gasosos da queima do diesel nos veículos, a água contaminada com resíduos industriais e humanos e a poeira fina do deserto de Gobi. Tudo isto cria uma camada de ar cinzento que polui a paisagem da cidade.
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O governo chinês tem tomado medidas para amenizar o problema: plantou 60 milhões de flores ao longo das avenidas, criou uma floresta de 530 mil árvores junto ao complexo olímpico, interrompeu construções, mandou parar algumas fábricas e estabeleceu regras para rodízio de veículos que deve tirar de circulação mais de 1 milhão de veículos.
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Acontece que apesar de medidas para tentar reduzir a quantidade de PM10 no ar Pequim ainda não conseguiu atingir níveis seguros de emissão. Certamente esse grau de poluição prejudicará o desempenho dos atletas, e com a exposição contínua pode causar asma, problemas cardiovasculares, câncer de pulmão, dentre outros.
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Sob os holofotes do mundo, o principal desafio da China é desfazer a imagem de maior poluidor do planeta. Eu como torcedora, espero de imediato que o ar de Pequim não interfira no bom desempenho da delegação brasileira. Eu como cidadã do mundo, espero uma providência para amenizar os efeitos sobre nossa casa – o planeta Terra.
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Livia Ferreira

domingo, 27 de julho de 2008

Charge


Charge publicada na Revista da Semana

sábado, 26 de julho de 2008

Charge


Charge publicada no Jornal Vale Paraibano

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Tursimo brasileiro

Como sabemos, no mês de Julho as cidades litorâneas são tomadas pelo turismo. Os restaurantes, as praias, hotéis, tudo fica cheio.

Sem dúvidas, o turismo é de grande importância para a economia do Estado. Assim, fica um questionamento, por que será que até hoje não foram feitos maiores investimentos na cidade de Fortaleza, já que a mesma possui um grande potencial?

A cada mudança de governo ouvimos falar que não sei quantos milhões serão investidos em turismo, mas as vias tanto dentro da cidade quanto as que levam para praias mais distantes, continuam em péssimo estado, o serviço continua aquém do desejado, nosso centro histórico continua esperando sua revitalização, enfim, não há um desenvolvimento que acompanhe.

Enquanto temos exemplos externos de investimentos em turismo que levantaram a economia do país, como a famosa Dubai, o Brasil continua atrasado.

A duplicação da CE 040, a ponte que liga a Praia do Futuro ao Cofeco, o novo centro de convenções, são projetos que escutamos há anos que vai sair. Quando será que realmente conseguiremos com que todos esses planos saiam do papel?

Quando deixarmos de agir como um país que se comporta como de terceiro mundo e passarmos a agir como um país emergente, fazendo jus ao título que hoje nos é referido, mundialmente.


Ellen Yanase

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Insight Empresarial na Feira do Empreendedor 2008

Prezado leitor, é com enorme prazer que lanço esta notícia: A Insight Empresarial ganha espaço na Feira do Empreendedor, realizada pelo SEBRAE no Centro de Convenções (ao lado da UNIFOR) de 23 a 26 de julho/2008.
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Iniciativa dos Trainees Marquise / 2007, a Insight Empresarial é a própria superação desde o início. Mostramos que estudantes de administração, engenharia e arquitetura podem desenvolver um projeto editorial de qualidade com o planejamento e execução corretos.
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Às margens de lançar a segunda edição (agosto / setembro), proporcionamos um espaço para melhorar o produto. A Feira do Empreendedor, evento de porte e respeito em nível nacional, proporciona um grande passo na visibilidade e credibilidade da Insight Empresarial. Palestras, cursos, idéias, negócios: tudo isso em um só lugar, numa megaestrutura. Estaremos ao lado de grandes empresas locais, fazendo contatos e abrindo caminhos para novas parcerias, além de divulgar efetivamente a revista.
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Foi preparado um ambiente climatizado especialmente para você, público da Insight Empresarial. Confira! Visite nosso espaço e assine nosso livro de registros. Temos todo o prazer em lhe receber e apresentar o projeto, além de distribuir exemplares gratuitamente.
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Insight Empresarial: A Visão Executiva dos Fatos.
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quarta-feira, 23 de julho de 2008

Saber escutar e aprender

Impressionante como é difícil escutar. Impressionante como a nossa opinião é sempre a mais clara, a certa, a que deve ser ouvida. Impressionante como a dificuldade de ser aprendiz está muito mais relacionada à dificuldade de se colocar na posição de receptor, está no parar, calar e ouvir...

Hoje se fala tanto em problemas de comunicação, de diálogo. A maioria restringe o dialogar apenas ao falar o que se pensa para o outro ou conseguir expor suas razões e opiniões numa fala entre pessoas. Para muitos, dialogar mais parece um duelo de idéias expostas mutuamemte, o momento de apresentar sua verdade absoluta, individual e única. Não se pára para pensar que o problema da comunicação, do diálogo, está na dificuldade de ouvir, no não saber escutar.

Tudo bem, eu sei que é difícil parar, mas você já parou para pensar que a dificuldade de calar e ouvir pode influenciar diretamente no aprendizado?

Por um exagero de agitação, de inquietação e um excesso de razão perde-se a oportunidade de ouvir uma opinião expressa um pouco mais contida, perde-se a idéia que preferiu calar a ter que disputar a vez em discussões escandalosas.

Também tem o caso das pessoas que “se fazem” ouvir, que se passam por aprendizes e ouvintes, mas que no fundo não internalizam o que escutam, que não se abstraem da posição de defesa, de contra-argumentação. Esses, certamente, perdem grandes chances de um aprendizado mais profundo, perdem a tentativa de enxergar uma sugestão de um ângulo mais diferenciado ou perdem a chance de encontrar saídas e soluções para dúvidas e problemas ofuscados por opiniões inconsistentes.

Fico lembrando do livro “O Monge e o Executivo”, de James Hunter, em que Jonh pratica seu poder de escuta e o diálogo exercitado no mosteiro com os outros personagens fez crescer sua confiança, sua liberdade e o reconhecimento de diferentes necessidades que possuía. Ele também aprendeu a dispor para o outro mesmo não gostando, mesmo nao concordando com as opniões, mas sabia sua vez de se posicionar.

O Programa Trainee é uma destas oportunidades “de mosteiro”, de exercitar a escuta e aperfeiçoar nosso aprendizado. Existem várias situações de feedback´s, de discussões de análise de conjuntura, de temas diversificados, de cases, de discutir estratégias... mas ainda existe a dificuldade de escuta, de receber a informação completa.

É ... é difícil parar, é difícil calar, é difícil ouvir.


Luana Marques

terça-feira, 22 de julho de 2008

A FORÇA DOS ALIMENTOS

Quando o assunto é economia, petróleo, inflação e taxa de juros ganham espaço, tirando o sono de muitos empresários e economistas. Tais fatores, atualmente, ocupam boa parte dos espaços da mídia, seja ela escrita ou falada. Contudo, eles não são novidades. Muitos brasileiros ainda têm pesadelos com a inflação que dominou o país no final dos anos 80 e início dos anos 90; a crise do petróleo em 1973 ainda está viva na mente dos economistas mais antigos e a taxa de juros sempre foi uma ferramenta eficaz na política monetária de grandes potências.

Porém, outro fator vem roubando a cena na conjuntura econômica mundial. Tal fator está bem mais próximo de nós. Ele está tanto na mesa do nosso café da manhã, como no nosso almoço diário. Este fator é o alimento. Atualmente, a contínua e generalizada elevação nos preços dos alimentos tem preocupado os agentes econômicos no mundo todo e no Brasil não pode ser diferente. Nunca na história a soja, o milho e o trigo foram tão valorizados.

As causas apontadas por especialistas são diversas, entretanto algumas merecem destaque. O crescimento chinês proporcionou um aumento no número de emprego, fazendo com que muitas pessoas que passavam à margem do consumo passem a demandar mais; a produção do milho para a produção de etanol pode ser considerada outra causa para tal inflação; no Brasil, o aumento da renda e os programas assistencialistas, também, possuem uma parcela de culpa. Como podemos observar, da Ásia à América latina a inflação dos alimentos exerce uma grande influência.

Diante dessa situação, os principais comandantes mundiais estão buscando alternativas para vencer essa batalha contra os aumentos dos preços. Alguns vêm obtendo sucesso, enquanto outros colecionam fracasso: Cristina Kirchner é a prova disso.

Independente da região do planeta, a solução para resolver este problema é aumentar a produção de alimentos através de investimentos no setor agrícola. Porém, enquanto tal situação não é resolvida, só nos resta torcermos para que nossos gestores possam resolver esta “indigestão” o mais rápido possível.

Germano Arraes

segunda-feira, 21 de julho de 2008

A Lei Seca e seus impactos

A “Lei Seca” está dividindo a opinião dos brasileiros. A nova legislação proíbe a ingestão de qualquer quantidade de bebida alcoólica pelos condutores de veículo. Anteriormente, os condutores poderiam ingerir aproximadamente dois copos de cerveja, o que equivale a seis decigramas de álcool. O principal objetivo desta medida é reduzir o número de acidentes provocados pela combinação trágica: Álcool e Direção.

Mas, qual será o verdadeiro impacto desta lei no dia-a-dia do povo brasileiro? Será que esta medida irá afetar a economia? Com a nova lei a rotina de muitos brasileiros terá que mudar. A cervejinha com os amigos depois do expediente até que pode continuar, mas dirigir depois de beber deve ser algo a se pensar, pois o rigor da nova lei poderá levar à cadeia.

O Brasil gasta aproximadamente R$ 22 bilhões por ano com acidentes rodoviários. Com a aplicação da nova lei já podemos ver uma forte redução no número dos acidentes de trânsito, o que provavelmente irá contribuir para uma redução nos valores gastos do governo, com acidentes de trânsito, já em 2008.

Esta economia pode favorecer tanto o próprio sistema de saúde, que poderá investir o valor economizado em novos leitos e equipamentos, como também os médicos e enfermeiros, que poderão ser melhor remunerados.

O grande beneficiado com esta medida é a sociedade, que poderá contar com maior segurança no trânsito neste primeiro momento e, futuramente quem sabe, usufruir de melhorias na saúde.

Porém ainda existem aqueles que julgam esta lei inconstitucional. Não quero entrar aqui no mérito desta questão, mas se esta medida zela por aquilo que temos de mais valioso, a vida, não posso ir de encontro a ela. Devemos abandonar a individualismo que temos e enxergar os benefícios que esta nova lei pode trazer à sociedade como um todo.

Daniel Nogueira

domingo, 20 de julho de 2008

Charge

Charge publicada no Jornal O Povo.

sábado, 19 de julho de 2008

sexta-feira, 18 de julho de 2008

A justiça é cega?

Recentemente, eu estava assistindo a um jornal policial que entrevistava um catador de lixo que foi preso por ter furtado uma pilha de objetos metálicos que estava na frente de uma casa aparentemente abandonada e que pareciam estar lá para serem levados pela limpeza pública. O cidadão, mesmo sendo réu primário, foi preso e por não ter dinheiro para pagar a fiança poderia até ir para o presídio.
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Logo após essa reportagem, mudei de canal e vi em outro telejornal que Daniel Dantas havia sido solto pela justiça e que poderia responder ao processo por formação de quadrilha, corrupção ativa e divulgação de segredo em liberdade.
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Nesse caso, eu me pergunto se a justiça é realmente cega. Ou melhor, se as pessoas que fazem a justiça dos homens são realmente íntegras o suficiente para interpretar e aplicar o que está na lei sem beneficiar alguma pessoa pelo fato dela ter influência e dinheiro.

Fico mais indignado ainda quando me lembro de um curso de legislação trabalhista no qual o professor falou que um dos princípios da justiça era proteger os mais fracos. Pergunto: Cadê tal proteção? Será que Daniel Dantas é mais fraco do que o catador? Claro que não!
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Posso não ser advogado e nem entender muito de Código Penal, mas uma coisa tenho: capacidade de me indignar. Sei que sozinho não posso melhorar o mundo, mas tenho certeza de que se as pessoas que lerem este texto refletirem e levarem suas conclusões para outras, poderemos mudar essa situação lastimável.
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Iolam Júnior

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Até quando?

A morte de inocentes por policiais militares vem se tornando notícia cada vez mais freqüente na vida de milhões de brasileiros. A última ocorreu na terça-feira, quando um administrador de empresas, vítima de um seqüestro relâmpago, foi morto ao final de uma perseguição policial, após ter o carro atingido por ao menos dez tiros disparados por policiais militares.

Essa frequência absurda com que operações desastrosas da PM vêm ocorrendo leva a sociedade a uma grande questão: Quem são os culpados? Uma dúvida que provavelmente permancerá causando revolta, pois dentre as milhares de contradições existentes nos depoimentos das pessoas envolvidas não se chega a nenhuma conclusão.

Diante de todas essas consecutivas tragédias, é verdade que os culpados não podem ficar impunes, porém, a minha dúvida é outra, o que fazer para mudar esse cenário? Será que treinamento é suficiente ou é preciso também uma mudança de mentalidade ou, quem sabe, uma maior penalidade por parte da “justiça” desse país, se é que podemos chamá-la assim.

A verdade é que, hoje em dia, a prioridade claramente não é a preservação da vida. Enquanto isso, inocentes vão pagando por bandidos, vidas vão sendo roubadas e famílias destruídas por ações inconseqüentes de “nossos defensores”.
Jaqueline Barsi

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Quando teremos sossego?

A vida na cidade grande é bastante movimentada, diariamente são inúmeros compromissos em nossas agendas. Além de todas as responsabilidades, ainda temos que nos preocupar com problemas que não são de nossa responsabilidade, mas que nos incomoda diariamente.

Estou falando da segurança pública, do temor diário que assola milhares de pessoas. Não se vive mais tranquilamente, não conversamos mais nas calçadas, não andamos com os vidros abertos entre vários outros pontos que compõem a nossa liberdade de ir e vir nas ruas das grandes cidades.


Para escapar destes estresses que existem nas cidades grandes, as pessoas viajam para as praias a procura de paz e sossego. Eu imagino que uma linda praia de uma pequena cidade é um lugar tranqüilo para esquecer os problemas e curtir, sem se preocupar em ser roubado, fechar as portas ou as janelas de casa.


Este fato poderia ser verdade há alguns anos atrás, aliás, eu acreditava nisso até este fim de semana, quando viajei para a praia de Quixaba (praia do litoral leste do Estado do Ceará). Já fui a esta praia inúmeras vezes e considero o local um paraíso de tranqüilidade e beleza. Passei momentos de grande felicidade e sempre fico ansioso para retornar e ficar na beira da praia, apenas relaxando.


Esta viagem não ocorreu como planejei e o meu pequeno paraíso sumiu. No sábado (12/07/08) eu estava na praia e minha namorada resolveu subir para a casa. Quando chega próximo a porta, ela vê um homem sair correndo e achou que era algum transeunte, já que o terreno é aberto e as nossas experiências anteriores nada tinham haver com qualquer tipo de roubo.


Quando ela chegou mais perto, viu que a porta estava aberta e o ladrão (podemos chamar o transeunte agora de ladrão) pegou a chave que a gente sempre deixa em cima do telhado, abriu a porta e roubou todo o dinheiro da minha carteira.


No primeiro momento eu fiquei pasmo com o acontecimento, mas logo depois comecei a pensar aonde e quando eu teria sossego nessa vida. Só quando morrer? Nem a 180 km de distância das grandes metrópoles, em uma praia tranqüila é possível viver sem medo? Pensei muito em ir embora, mas não queria estragar o fim de semana. Adivinhe qual foi a solução? Colocar um segurança para passar a noite vigiando a casa e nunca sair de lá sem ter alguém para olhar.


Um local que era especial se tornou mais um local de roubo para as pessoas que querem ganhar a vida da maneira mais fácil. Consegui passar o resto do fim de semana parcialmente tranqüilo, mas ficou a seguinte dúvida: quando e aonde poderemos sossegar sem ter medo de deixar uma simples porta aberta?



Tiago Becker

terça-feira, 15 de julho de 2008

Falta de mão-de-obra qualificada

Dia 20 de julho de 2008, eu li no jornal que o município de Santa Quitéria - Ceará terá três unidades mineradoras para extração do fosfato no valor de US$ 342 milhões e outra de US$ 35 milhões para o beneficiamento do urânio.

Após a leitura desse artigo fiquei contente com notícia, pois será uma ótima fonte de renda para o município devido ao pagamento dos royalties da futura mineradora. No entanto, o problema da falta de mão-de-obra qualificada com a chegada da mineradora, siderúrgica e refinaria poderá se agravar no Ceará.

De acordo com o coordenador de Intermediação de Profissionais do Sine/IDT, Antenor Tenório, a oferta de vagas não acompanha o crescimento da população economicamente ativa.

Ele contou que, em 2007, das 73.730 pessoas colocadas no mercado de trabalho no Ceará pelo Sine, 15% tinham o Ensino Médio completo ou incompleto. “Isso mostra que existe mercado para este público”, disse. “Para que a participação melhore é preciso que o jovem busque qualificação. Os cursos técnicos são uma boa opção num país carente deste tipo de profissional, muitas vezes menosprezado”.

Na ordem, os setores que mais demandam vagas são serviços, indústria, comércio e construção civil. Do total das 95.728 vagas captadas pelo Sine, no ano passado, 9% contemplam o perfil de profissionais com o Ensino Médio. Eles correspondem a 17,43% do total de cadastrados pelo Sine, que é de 158.356 pessoas.

Martonne Filho

Fonte:
http://www.diariodonordeste.com.br/

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Dica de filme

Há algum tempo nas atividades do programa trainee lemos o livro O Escafandro e a Borboleta, de Jean-Dominique Bauby. História real escrita em francês, Le Scaphandre et le Papillon narra as angustias por que passou o autor ao viver preso dentro do próprio corpo.
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Aos 43 anos, Jean-Do, editor-chefe da revista Elle, subitamente tem um derrame cerebral. Volta à sã consciência 20 dias depois, onde se apercebe da sua grave situação – suas funções motoras estão deterioradas e ele não vive mais sem a ajuda de aparelhos. O que a medicina chama de locked-in syndrome caracteriza pacientes que vivem num corpo inerte, paralisado. Foi exatamente o que aconteceu com ele, mas, por sorte ou azar, sua mente permanecera intacta: ele compreende tudo que se passa ao seu redor.
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Jean-Do descreve sua situação como se estivesse preso em um escafandro, pois sua mente ainda vive mas não consegue se expressar através de movimentos. “A imaginação e a memória são as únicas maneiras de sair do escafandro”, diz o autor. Ele se comunica com o mundo piscando o olho esquerdo (o único movimento que conseguiu preservar): pisca uma vez para dizer sim e duas para o não. E assim, através desta linguagem de comunicação com o mundo e com a ajuda de uma ortofonista Jean-Dominique escreve um livro.
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A história virou filme. O drama Le Scaphandre et le Papillon (Le Scaphandre et le Papillon, FRA/EUA, 2007) De Julian Schnabel. Com Mathieu Amalric, Emmanuelle Seigner, Marie-Josée Croze e Anne Consigny) recebeu a premiação de melhor diretor no Festival de Cannes e no Globo de Ouro. Também foi fonte de muitos elogios por parte de criticos renomados. E na semana passada eu arranjei um tempinho para ir vê-lo. É fantástico.
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De produção francesa, a trilha sonora, a fotografia e a filmagem são fenomenais. O espectador se envolve com a história, percebe a luta pela comunicação (coisa que nós fazemos de forma tão espontânea que nem paramos pra pensar que é uma necessidade básica!), sofre também. Não é fácil ficar na situação que ele ficou... Já que pude ler o livro e comparar com a gravação, considero também que houve grande fidelidade ao texto. Enfim, não vou entrar em detalhes pra não “estragar” o prazer de quem quer assistir.
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Fica aqui a dica do filme. O trailler oficial está disponível no link: http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/trailers/o_escafandro_e_a_borboleta.html
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Lívia Ferreira

domingo, 13 de julho de 2008

Charge


Charge publicada no jornal O Povo