Porém, outro fator vem roubando a cena na conjuntura econômica mundial. Tal fator está bem mais próximo de nós. Ele está tanto na mesa do nosso café da manhã, como no nosso almoço diário. Este fator é o alimento. Atualmente, a contínua e generalizada elevação nos preços dos alimentos tem preocupado os agentes econômicos no mundo todo e no Brasil não pode ser diferente. Nunca na história a soja, o milho e o trigo foram tão valorizados.
As causas apontadas por especialistas são diversas, entretanto algumas merecem destaque. O crescimento chinês proporcionou um aumento no número de emprego, fazendo com que muitas pessoas que passavam à margem do consumo passem a demandar mais; a produção do milho para a produção de etanol pode ser considerada outra causa para tal inflação; no Brasil, o aumento da renda e os programas assistencialistas, também, possuem uma parcela de culpa. Como podemos observar, da Ásia à América latina a inflação dos alimentos exerce uma grande influência.
Diante dessa situação, os principais comandantes mundiais estão buscando alternativas para vencer essa batalha contra os aumentos dos preços. Alguns vêm obtendo sucesso, enquanto outros colecionam fracasso: Cristina Kirchner é a prova disso.
Independente da região do planeta, a solução para resolver este problema é aumentar a produção de alimentos através de investimentos no setor agrícola. Porém, enquanto tal situação não é resolvida, só nos resta torcermos para que nossos gestores possam resolver esta “indigestão” o mais rápido possível.
Germano Arraes







