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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Tursimo brasileiro

Como sabemos, no mês de Julho as cidades litorâneas são tomadas pelo turismo. Os restaurantes, as praias, hotéis, tudo fica cheio.

Sem dúvidas, o turismo é de grande importância para a economia do Estado. Assim, fica um questionamento, por que será que até hoje não foram feitos maiores investimentos na cidade de Fortaleza, já que a mesma possui um grande potencial?

A cada mudança de governo ouvimos falar que não sei quantos milhões serão investidos em turismo, mas as vias tanto dentro da cidade quanto as que levam para praias mais distantes, continuam em péssimo estado, o serviço continua aquém do desejado, nosso centro histórico continua esperando sua revitalização, enfim, não há um desenvolvimento que acompanhe.

Enquanto temos exemplos externos de investimentos em turismo que levantaram a economia do país, como a famosa Dubai, o Brasil continua atrasado.

A duplicação da CE 040, a ponte que liga a Praia do Futuro ao Cofeco, o novo centro de convenções, são projetos que escutamos há anos que vai sair. Quando será que realmente conseguiremos com que todos esses planos saiam do papel?

Quando deixarmos de agir como um país que se comporta como de terceiro mundo e passarmos a agir como um país emergente, fazendo jus ao título que hoje nos é referido, mundialmente.


Ellen Yanase

sábado, 8 de setembro de 2007

Hoteleiros Recebem Incentivos Fiscais do Governo

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou nesta última terça novos incentivos fiscais para o setor hoteleiro durante reunião do Conselho Nacional do Turismo. A alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para fechaduras eletrônicas cairá de 10% para 5%. Também haverá uma depreciação acelerada de PIS e Cofins para móveis, utensílios e máquinas, utilizados por esse setor.

De acordo com Mantega, os equipamentos com oito horas de uso terão uma depreciação de 10% em dez anos. Com 16 horas de uso, 15% em seis anos e meio, e equipamentos com 24 horas de utilização, 20% em cinco anos. Mantega explicou que para investimentos incentivados haverá uma redução nesses prazos, pela metade. Os incentivos terão validade até 31 de dezembro de 2010.

Ele explicou que o setor hoteleiro usa alguns tipos de bens de consumo duráveis, como ar condicionado e geladeiras, que não tinham direito a depreciação acelerada, por não serem bens de capital. Com a medida, o ministro estima que o custo dos investimentos no setor será reduzido.

O ministro afirmou que o Brasil tem um grande potencial no setor turístico, que está sintonizado com o crescimento econômico do País. Segundo ele, o setor turístico cresceu 30% no ano passado, enquanto que o crescimento da economia está em torno de 5%.

No Ceará, por exemplo, que ocupa a 10ª posição no ranking do País com as atividades do turismo de acordo com o IBGE, a expectativa é incentivar a construção de novos empreendimentos hoteleiros, assim como estimular a renovação dos bens de consumo utilizados pelos hotéis já em funcionamento.

O governo está preocupado com a queda no turismo, buscando dessa maneira, minimizar o impacto da crise no setor hoteleiro, que vem ocorrendo desde o final do ano passado em função da crise no setor aéreo.

Ivo Dias

(Fontes: O Povo, O Estadão, IBGE)
(Foto: Fco Fontenele)