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quarta-feira, 9 de julho de 2008

7ª Maratona Pão de Açúcar – Eu fui!

Sempre ouvi falar que quem corre a primeira maratona nunca esquece. Aliás, todas as primeiras vezes de nossas vidas são inesquecíveis. Primeiras palavras, primeiros passos, primeiro beijo, primeiro emprego, primeiro carro... Da mesma forma, a primeira maratona. Tive essa sensação no domingo passado, dia 06 de julho de 2008, na 7ª Maratona Pão de Açúcar.

Como vida de trainee só tem graça se for cheia de atividades, desde janeiro eu comecei mais uma atividade que tem feito toda a diferença para a minha disposição: a corrida. Eu e a Livinha, outra trainee, acordávamos 03 vezes por semana as 5:00 da manhã para treinar com nosso grupo. Era maravilhoso! Começar o dia com esta atividade é muito motivante. Porém, como adorei a nova atividade e nossos horários são muito variáveis, acabei deixando os horários fixos do grupo e passei a treinar em horários mais alternativos, de acordo com minha rotina de trabalho e estudos. Mesmo não obedecendo as 03 vezes por semana, não deixei de treinar...

Os treinos continuavam sendo em grupo. Acho que é interessante a sensação de superação em conjunto, de nos motivarmos quando dá preguiça ou quando aparece alguma limitação. Você sente um cansaço, mas não pára porque o outro está do seu lado. Você sente uma dorzinha, quer ir caminhando, mas acaba se superando para não dar margem para o outro caminhar também. Essa sensação de esforço em equipe acabou sendo reforçada com a experiência da maratona. Éramos 08 membros na equipe, de diferentes níveis de capacidade física e ninguém profissional, que tínhamos o desafio de correr 5km e 200m (cada membro), num período menor que 05 horas (tempo que desclassificaria a equipe).

Parece um desafio simples, mas é cheio de significados. Estava acostumada a correr no máximo 05 quilômetros. Estava acostumada com uma corridinha leve, sem competição, nem preocupação com o tempo. Estava acostumada com o mesmo percurso, quase todo plano da Av. Beira-mar, com aquele ventinho e a vista da praia. Estava acostumada com a corridinha agregada ao simples lazer...

Daí, deparo-me com o percurso da Maratona de 05 quilômetros e 200 metros, num percurso todo heterogêneo, unindo subidas, descidas, unindo percursos cheios de prédios e cheio de outros corredores... Deparo-me com a questão do tempo, com a questão da competição entre as equipes, com a superação dos limites do meu corpo, com a motivação de equilibrar meu ritmo e não parar para caminhar.... Deparo-me com a corrida unida à competição.

Mas que competição saudável! Adorei a sensação! Finalizar a prova, mesmo que não tenha sido entre primeiros; ganhar medalha pelo desempenho; ter finalizado o percurso sem caminhar nenhum trecho e ter feito em um tempo que eu nunca tinha atingido; sentir o gostinho de trabalho em equipe... É tudo muito bom! Pena que a maioria das maratonas acontecem aos sábados e nós temos treinamentos de 08:00 as 18:00 em quase todos. Mas aí, sempre que eu puder tentarei participar. A sensação é indescritível!

Na próxima que tiver de grupo, seria muito interessante participar com os trainees. Mais uma saga dos trainees marquise, mais um desafio em equipe!

Luana Marques

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Trabalho em Equipe

Cada vez mais o trabalho em equipe é valorizado nas empresas. Isso porque possibilita a troca de conhecimentos, reúne habilidades, estabelece relações de cooperação e ativa a criatividade das pessoas.

Trabalhar em grupo é desafiador; é difícil conciliar opiniões diversas, aceitar as diferenças, estar aberto a críticas e sugestões. Para superar esses obstáculos, é necessário que se estabeleça uma estratégia, objetivos definidos e uma comunicação eficaz.

Para que o trabalho em equipe produza resultados é preciso que as pessoas sejam pacientes, humildes, compreensivas, participativas, e acima de tudo, saibam ouvir e dialogar, portanto, é importante que o grupo seja coeso e trabalhe em prol de objetivos comuns. Além disso, no trabalho em equipe é fundamental que haja um planejamento e organização.

O motivo pelo qual escolhi esse tema é simples: nos reunimos numa equipe de 14 pessoas para produzirmos uma revista, Insight Empresarial, que será lançada no final desse mês. Passamos por todas as dificuldades inerentes a tarefa; houve dispersão, falta de foco e problemas de comunicação. No entanto, quando estabelecidos prazo e metas, quando definidos os papéis e a liderança de cada equipe: marketing, produção e financeiro, quando estabelecidas reuniões para alinhar as informações e, principalmente, quando os esforços, o querer e a determinação de cada um caminharam na mesma direção, o trabalho passou a fluir naturalmente.

Acredito que quando pessoas capacitadas reúnem todo o seu potencial em torno do mesmo objetivo o sucesso é uma conseqüência. A revista será uma prova disso.

Como diz Vince Lombardi: “Comprometimento individual a um esforço conjunto - isso é que faz um time funcionar, uma empresa funcionar, uma sociedade funcionar, uma civilização funcionar”.

Jaqueline Barsi

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Empowerment ?

Após três meses de Programa Trainee Marquise, eu aprendi uma série de palavras estrangeiras, siglas e termos que são amplamente utilizados pelos departamentos de recursos humanos. E uma das palavras que me chamou a atenção foi Empowerment.

Empowerment é um conceito de gestão associado ao trabalho no qual as empresas incentivam a maior autonomia aos funcionários. É possibilitar que as pessoas possam assumam maiores responsabilidades pelo seu trabalho e pelos resultados obtidos, como se fossem proprietários do negócio. Essa prática busca a excelência e o incentivo à gestão empreendedora.

As pessoas se sentem valorizadas pela oportunidade dada. Isso possibilita influenciar, realizar e melhorar o ambiente de trabalho. No entanto, essa prática só deve ser realizada se a equipe estiver preparada para receber as responsabilidades. Caso contrário, os resultados podem ser desastrosos.

A disseminação da informação é o primeiro passo para a cultura do Empowerment em uma empresa. Permitir à equipe aprender o processo e envolver os funcionários é um passo importante.

Martonne Filho

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Crescimento em equipe

No dia 2 de outubro (terça-feira), a minha amiga Luana escreveu um texto, cujo título é “Sabor do Trabalho em Equipe”. A partir do texto dela e da leitura de uma matéria da Revista Você S/A, que trata do crescimento profissional de um líder e de sua equipe, apresento alguns pontos do interessante desafio da construção de uma equipe que aprende e cresce junto. As empresas atuais buscam o desenvolvimento interno de seus funcionários, mas o crescimento dos mesmos pode ser encontrado de maneira mais rápida com a presença de líderes que tenham a capacidade de desenvolver, expondo a sua equipe a novos desafios e demandas. Está habilidade pode ser um diferencial para o líder crescer na empresa e manter um ambiente de crescimento endógeno na equipe.

O desenvolvimento interno de competências é mais vantajoso para a empresa, mas isto envolve necessariamente a exposição de todos a desafios que contenham níveis crescentes de exigência, que os façam, frente à possibilidade de fracassar, adquirir a segurança de enfrentar o “novo” sem o receio do iniciante. Cabe ao líder desenvolver verdadeiras estratégias, onde expondo sua equipe faz com que, simultaneamente, se desenvolvam e contribuam para o salto qualitativo da equipe como um todo. Esta exposição passa a ser um exercício diário, pois o líder observa onde as habilidades individuais se afirmam contribuindo para o desenvolvimento de todos. Hoje as empresas exigem de seus líderes mais que “formar” substitutos, elas estão querendo conhecer cada integrante de sua equipe, em quais atividades se destacam e onde, em seu processo de crescimento, a empresa irá buscar novos colaboradores para funções estratégicas.

Os dirigentes de qualquer empresa possuem sempre um duplo olhar, voltado para o ambiente interno e externo. Aqui e ali eles buscam diferenciais para alcançar níveis crescentes de competitividade, cabe aos líderes manter a atenção dos mesmos para as competências internas, sem que isso represente a impossibilidade de buscar no mercado habilidades e atitudes complementares.

A prática adotada por alguns líderes, como o caso do Gerente nacional de desenvolvimento de redes da Toyota, sistematicamente coloca a sua equipe para realizar apresentações e elaborar relatórios. Esta ação faz com que os mesmos se exponham diretamente frente à alta direção da companhia. O seu crescimento profissional na empresa está muito associado a esta prática.

Ainda são poucos os profissionais que tem a visão e o preparo para expor seus substitutos aos olhos de outros líderes, mas essa é a postura que as empresas esperam dos líderes hoje. Alguns temem a “concorrência interna” como ameaça ao cargo, ou que a equipe ofusque o seu próprio brilho profissional. Na verdade uma das principais atribuições de um líder é exatamente criar condições para que sua equipe brilhe o que certamente estará diretamente ligado ao seu desempenho profissional.

Segue abaixo algumas dicas dadas pela Revista Você S/A sobre como fazer o trabalho de sua equipe aparecer:

-Prepare os funcionários para que eles possam fazer apresentações de projetos para o seu chefe;

-Permita que eles participem de projetos especiais e, se possível, deixe que eles liderem esses projetos;

-Convide alguns talentos da equipe para representar a empresa em conferências, palestras e eventos, levando apresentações da companhia;

-Coloque uma pessoa em seu lugar quando tirar férias, respondendo formalmente ao seu superior;

-Deixe que seu substituto tome algumas decisões estratégicas, e não somente siga as suas orientações.

Tiago Becker

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Sabor do trabalho em equipe.

Neste sábado, dia 29 de Setembro, comemoramos o primeiro aniversário Trainee, o da Catarina. O dia mesmo foi 26 de Setembro, mas aí, estrategicamente, comemoramos no sábado subseqüente para intensificar a espera e a surpresa. Aposto que ela nem desconfiava... (desconfiava, Cata?)

Foi muito divertido trabalhar em equipe pra conseguir que desse tudo certo. Combinar os preparativos por email, tomando cuidado para o endereço dela não estar contido entre os demais. E teve tarefa pra todo mundo... (menos para ela, claro!).

Uns ficaram incumbidos de comprar os comes e bebes (Olha a interpretação! Foram sucos, água de coco, capuccino...) preocupados em agradar ao máximo o misto de gostos que temos. Outros ficaram responsáveis pela compra do presente, do cartão. E teve os que se empenharam pra festinha ficar a cara da Cata, com a carinha de criança sapeca que ela tem.

Chegamos na Marquise as 7:00 da manhã do sábado pra fazer a decoração. O Rubem foi o intimado a tentar atrasar a chegada da aniversariante (já que ela sempre chega pontualmente). Ele não mentiu, ele blefou, que precisava de sua carona porque estaria sem carro. O “póbi” deve ter sido muito xingado por fazê-la esperar por ele... Enquanto isso, era todo mundo correndo, enchendo balões coloridos, amarrando fitinhas, colando letrinhas na parede, decorando a mesa, comendo bombons... Uma salinha de treinamento pequenina ficou enorme de tanta animação e entusiasmo, tanto na hora do preparo como na hora dos parabéns, onde todo mundo estava de chapeuzinho rosa na cabeça ao som do Balão Mágico. (Trainee se diverte com pouco!)

O Programa de Trainee além de todo o aprendizado que temos vivenciado e o esforço e a dedicação que têm sido exigidos, tem nos proporcionado momentos e nos colocado pessoas que têm dado um sabor diferente pra nós. Mesmo com toda a simplicidade da tarefa, sentimos o sabor do trabalho em equipe e o entusiasmo para que o objetivo fosse atingido, o da surpresa!

Luana Marques.