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quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Liderança

O programa trainee tem como um de seus principais objetivos o desenvolvimento de novas lideranças, mas qual a importância do trabalho da liderança dentro de uma empresa?

Viemos em um mundo que está continuamente mudando. Estas mudanças exigem uma resposta rápida das pessoas e principalmente das organizações. A globalização tornou o mundo mais dinâmico, informações que antes demoravam dias para chegar ao seu destino agora chegam em poucos segundos, tudo isso por causa da internet, um dos principais símbolos do desenvolvimento.

As mudanças fazem parte do dia-a-dia das empresas e dos funcionários, podemos dizer que a mudança passou a ser nossa rotina. Hoje o desafio não é impedir que elas aconteçam, mas tomá-las em nossas mãos. Posso dizer que este programa de trainee da Marquise mudou e continua mudando nosso cotidiano.

Um dos processos de mudança pelo qual tivemos que passar foi nos adaptar a ler quatro livros por mês, revistas e jornais, rotina que poucos brasileiros estão acostumados, tudo isso visando o nosso desenvolvimento cultural. Dentro deste processo de desenvolvimento recebemos um grande desafio, lançar uma revista. Isto nos fez sair de estagiários, das diversas áreas do grupo Marquise, para nos tornar gestores de um negócio.

Este desafio está nos propiciando um dos maiores ensinamentos do programa. Hoje conseguimos ver com mais facilidade, que conduzir processos de um negócio, é sem duvida a grande função do líder. Para isso, ele deve ser capaz de envolver as pessoas na obtenção dos resultados através de três grandes ações: planejar, organizar processos e recursos e controlar. Tudo isso com um único objetivo, atingir as metas.

Daniel Nogueira

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Hunter é Liderança

Liderança é um dos termos mais mencionados no mundo corporativo atual: habilidade de influenciar pessoas a trabalharem para atingir um objetivo em comum. Na terça-feira, 16, eu e o Ivo ficamos até mais tarde no Gran Marquise Hotel para a palestra de James Hunter, autor de “O Monge e o Executivo” , livro tão consagrado em vendas no Brasil. Muitas pessoas vieram curiosas, querendo escutar coisas extraordinárias que revolucionassem suas vidas. O que escutei foram princípios simples, segundo ele, tirados de vários ensinamentos de antigos, mas com um enorme poder, caso sejam seguidos. Para James, todos nós somos líderes. É uma questão de escolha e prática. Ele é bem claro quando diz que ler o seu livro não mudará a vida das pessoas. Liderança não é internalizada somente com leitura. É preciso aplicar os princípios de um líder em sua vida, caso queira ser, viver, liderança.

O líder servidor de Hunter obedece a uma regra. A regra de ouro: “Trate os outros do modo como gostaria de ser tratado”. James diz que para ser aquele pai que gostaria que o seu fosse, ser o filho que gostaria que o seu fosse, ou ainda o vizinho que gostaria que o seu fosse. Afirma que um bom líder age com humildade. “Como você quer que as pessoas sejam o melhor que elas podem, se não tenta ser o melhor que pode?”. Para comandar sua vida, uma pessoa deve assumir a responsabilidade por ela, apresentar-se como responsável por estar ali, do jeito que está, seja o motivo o erro, omissão ou submissão. É preciso ganhar a batalha: O que devemos fazer VS o que queremos fazer. Vou além disso. No conceito mais atual de liderança, vigora a regra de platina: “Trate as pessoas como elas precisam ser tratadas”. Chegamos a essa conclusão dada a diferença entre as pessoas, que têm personalidades e necessidades diferentes.

Ao final da palestra, James tirou fotos com o público, autografou livros e trocou algumas palavras com as pessoas. Aliás,Hunter está escrevendo o seu terceiro livro, ainda sem título, mas que será lançado no meio de 2008. Será a continuação do “Monge e executivo”.

Quanto ao leitor, concorda com as idéias de Hunter sobre liderança? Já leu “O Monge e o Executivo”? O que achou do livro? E o próximo? Está na expectativa, ou não? Certo ou não, ele ainda vende milhares de exemplares do seu livro e há uma grande expectativa pelo próximo. Deixo, para reflexão, uma citação que muito me inspira: “Muda, que quando a gente muda, o mundo muda com a gente. A gente muda o mundo na mudança da mente” – Gabriel Pensador. Despertemos a liderança em nossas vidas!

Um grande abraço,

Victor Mota

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Crescimento em equipe

No dia 2 de outubro (terça-feira), a minha amiga Luana escreveu um texto, cujo título é “Sabor do Trabalho em Equipe”. A partir do texto dela e da leitura de uma matéria da Revista Você S/A, que trata do crescimento profissional de um líder e de sua equipe, apresento alguns pontos do interessante desafio da construção de uma equipe que aprende e cresce junto. As empresas atuais buscam o desenvolvimento interno de seus funcionários, mas o crescimento dos mesmos pode ser encontrado de maneira mais rápida com a presença de líderes que tenham a capacidade de desenvolver, expondo a sua equipe a novos desafios e demandas. Está habilidade pode ser um diferencial para o líder crescer na empresa e manter um ambiente de crescimento endógeno na equipe.

O desenvolvimento interno de competências é mais vantajoso para a empresa, mas isto envolve necessariamente a exposição de todos a desafios que contenham níveis crescentes de exigência, que os façam, frente à possibilidade de fracassar, adquirir a segurança de enfrentar o “novo” sem o receio do iniciante. Cabe ao líder desenvolver verdadeiras estratégias, onde expondo sua equipe faz com que, simultaneamente, se desenvolvam e contribuam para o salto qualitativo da equipe como um todo. Esta exposição passa a ser um exercício diário, pois o líder observa onde as habilidades individuais se afirmam contribuindo para o desenvolvimento de todos. Hoje as empresas exigem de seus líderes mais que “formar” substitutos, elas estão querendo conhecer cada integrante de sua equipe, em quais atividades se destacam e onde, em seu processo de crescimento, a empresa irá buscar novos colaboradores para funções estratégicas.

Os dirigentes de qualquer empresa possuem sempre um duplo olhar, voltado para o ambiente interno e externo. Aqui e ali eles buscam diferenciais para alcançar níveis crescentes de competitividade, cabe aos líderes manter a atenção dos mesmos para as competências internas, sem que isso represente a impossibilidade de buscar no mercado habilidades e atitudes complementares.

A prática adotada por alguns líderes, como o caso do Gerente nacional de desenvolvimento de redes da Toyota, sistematicamente coloca a sua equipe para realizar apresentações e elaborar relatórios. Esta ação faz com que os mesmos se exponham diretamente frente à alta direção da companhia. O seu crescimento profissional na empresa está muito associado a esta prática.

Ainda são poucos os profissionais que tem a visão e o preparo para expor seus substitutos aos olhos de outros líderes, mas essa é a postura que as empresas esperam dos líderes hoje. Alguns temem a “concorrência interna” como ameaça ao cargo, ou que a equipe ofusque o seu próprio brilho profissional. Na verdade uma das principais atribuições de um líder é exatamente criar condições para que sua equipe brilhe o que certamente estará diretamente ligado ao seu desempenho profissional.

Segue abaixo algumas dicas dadas pela Revista Você S/A sobre como fazer o trabalho de sua equipe aparecer:

-Prepare os funcionários para que eles possam fazer apresentações de projetos para o seu chefe;

-Permita que eles participem de projetos especiais e, se possível, deixe que eles liderem esses projetos;

-Convide alguns talentos da equipe para representar a empresa em conferências, palestras e eventos, levando apresentações da companhia;

-Coloque uma pessoa em seu lugar quando tirar férias, respondendo formalmente ao seu superior;

-Deixe que seu substituto tome algumas decisões estratégicas, e não somente siga as suas orientações.

Tiago Becker

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Liderança e Competência

A revista Exame desta semana publicou o caso do empresário Liu Ming Chung. Nascido em Taiwan mudou-se ainda criança com a família para São Paulo na década de 70. Começou sua carreira recolhendo sobras de papelão no Estados Unidos para revender na China e, em menos de duas décadas, virou um dos maiores bilionários do mundo.
“Liu é objetivo, imparcial e tem a habilidade de enxergar as coisas sempre por ângulos novos”, diz sua mulher e sócia. O empresário e algumas centenas de empreendedores como ele, saídos de países recentemente tidos como periféricos, são os novos donos do dinheiro global.

O sucesso dele e a sua capacidade de inovar e fazer acontecer me faz lembrar do livro A Águia e a Galinha de Leonardo Boff que tem tudo a ver com a capacidade de sair da rotina, sonhar, alçar vôos e voar longe. Porém devemos saber que como diz Leonardo Boff em seu livro, a caminhada é árdua e “Nada do que realmente vale se alcança sem esforço e sem fatigante trabalho” e que “Toda luta exige doação, capacidade de renúncia e de sacrifício em favor dos outros e dos sonhos que se quer concretizar”.

Nós, trainees, devemos nos inspirar nesses exemplos e termos em mente que a busca pelo auto-conhecimento, visão crítica e capacidade de inovar serão muito importantes na nossa trajetória.

Jaqueline de Vasconcelos Barsi