Mostrando postagens com marcador tempo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tempo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de junho de 2008

O tempo voa

Todas as manhãs quando acordo, o primeiro pensamento que me vem à cabeça são as responsabilidades que terei durante aquele dia...logo, o segundo pensamento é a vontade de dormir mais um pouco, mas como isso não é possível, procuro me planejar para conseguir realizar todas as tarefas dentro do tempo disponível.

Como o dia tem 24 horas e eu procuro dormir pelo menos 7 horas por noite, me restam 17 horas. Com as aulas da faculdade que ocupam 4 horas pela manhã e 2 horas pela noite, as segundas e quarta-feira, me restam 11 horas. No estágio, são mais 5 horas de trabalho durante a tarde e então, ao sair, depois das seis horas da noite, procuro resolver as pendências que me restam, estudar para as provas da faculdade, ler os livros do programa, fazer as resenhas, resolver pendências da revista, ir para a academia e jantar porque ninguém é de ferro.

Ao final do dia, quando às 24 horas parecem ter voado e eu estou morta de cansada, vem aquela vontade que o meu dia tivesse um pouquinho mais de tempo. No entanto, enquanto meu desejo continua sendo apenas um desejo, só me resta fazer um bom uso do meu tempo, pois, como diz o ditado, “time is money”, portanto, ele deve ser muito bem aproveit....ZzzzZZzzz...
Jaqueline Barsi

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

“O tempo não PÁRA!”

Retrospectiva – 2° Semestre de 2007!

Faculdade: Engenharia Elétrica;
N° de Cursos de língua estrangeira: 2;
Esportes praticados: 0;
N° de livros lidos pelo programa de Trainee: 18;
N° de resenhas: 18;
Namoros terminados: 1;
Amigos Novos: pelo menos 14!!!


Em 2007 muita coisa foi substituída, outras foram postas de lado já que podiam aguardar. O invocado é que a “to-do list” só fez crescer! Como é que pode? Estabelecer as prioridades é duro, pois nem sempre sobra espaço para o que se faz com real prazer... Ontem mesmo me disseram no trabalho: “O quê? Você era uma atleta!”. É mesmo, eu ERA!!! Já faz três anos que não sou mais... Era necessário horário para realizar outras atividades e tive que abrir mão daquilo que me acompanhou por vários anos – O esporte!

Quando eu era mais nova todo mundo dizia que depois dos 15 anos de idade o tempo voa... e eu não acreditava muito nisso não! Aí, completei meus quinze anos, há uns 10 anos e meio atrás... o quê para mim parece que foi antes de ontem. Num piscar de olhos lá estava eu comemorando meus 18 anos de idade... E o tempo passando... Hoje tenho 25 anos... Ué, cadê os dez anos que faltam? Não me sinto com ¼ (um quarto) de século... E quando vejo todos os planos que ainda tenho por realizar me sinto velha... Na verdade esse é o único momento que me sinto assim! Ainda bem, não é mesmo?

E parece que não vai melhorar não, a tendência, ao que me parece, é piorar! O tempo vai correr cada vez mais rápido porque as responsabilidades vão aumentar sempre. Às vezes me acordo sem a menor noção de que dia da semana ou do mês que é. 2008 chegou e eu não notei, só sei porque os calendários me dizem sempre que o ano é outro.

Precisamos sempre substituir as atividades antigas para termos tempo, finalmente, para novas realizações. Mas é claro que bate saudade “daqueles tempos”, principalmente para alguém saudosista (mas não entenda a palavra no seu sentido político) como eu. Quero fazer tanta coisa que acho que só terei tempo para aprender a andar de skate treinando com meus netinhos...

Preocupações de mais um início de ano! Estabelecer o que virá primeiro, determinar as prioridades e deixar os demais sonhos em “stand-by” numa longa lista de espera...

E você, já realizou metade daquilo que deseja? O que falta para você?
Acredito que todos temos sonhos e devemos buscá-los... cedo ou tarde... porque o tempo não pára... o que vale é realizá-los!!!

Bom semana de trabalho!
Catarina Guimarães

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

O tempo.

Este mês de Dezembro tenho estado muito atarefada, e ando meio que brigando com o tempo. Tenho tido um ritmo frenético de provas, trabalhos da faculdade, resenhas, estágios, leituras, produção da revista e outras coisas mais. Na velocidade em que vivemos o dia de 24 horas quase não dá pra fazer o que nos propomos. Às vezes me pergunto como as pessoas conseguem fazer tantas coisas em tão pouco tempo. Como nos tornamos - eu me tornei - refém desse tal de tempo.


Habituamo-nos a identificar o fluxo do mundo com a passagem do tempo, mas curiosamente não sabemos exatamente o que o tempo é. Sua natureza paradoxal tem instigado cientistas de todos os ramos. Escritores como Proust, se debruçaram sobre páginas e paginas em busca do tempo perdido. Albert Einstein fundiu espaço e tempo num contínuo, o espaço-tempo (alguém consegue imaginar o que é isso?).

Uma das definições do tempo é “um continuum onde um evento sucede o outro, do passado ao futuro”. O tempo em si é absoluto, mas a percepção que temos dele é relativa. Um minuto pode ser quase uma eternidade, ao passo que longas horas podem não caber em um segundinho.

Acontece que hoje, com a correria do dia-a-dia, cada vez mais eventos se comprimem em determinado intervalo de tempo e administrá-lo é um desafio. Mesmo com toda fartura (são vinte e quatro horas!), ele não parece ser suficiente. Penso muitas vezes que seria ótimo se meu dia tivesse 30 horas. Mas acontece que se o tivesse, espremeria mais e mais coisas dentro do mesmo espaço de tempo, o que voltaria à sensação de que não há tempo bastante.

O tempo representa uma dimensão intangível, mas profundamente real. Aprendemos a nos adequar às suas condições. Lidar com ele é uma questão de sabedoria. E esta, acredito, só se aprende com o tempo!


Livia Ferreira

sábado, 17 de novembro de 2007

Programa Trainee e o Tempo. Em verso.

No começo, centenas.
Apenas currículos empilhados para análise.
Estudantes de tantos cursos, conhecimentos diversos.
Atitudes e habilidades diferenciadas, unidos pela vontade.

De repente, dezenas.
Testes, dinâmicas, seleções.
A cada conquista, entusiasmo.
A cada fase, ansiedade.

Aos poucos, os quinze iam sendo selecionados.
A Marquise identificava suas preferências.
E, sem saber, os candidatos também escolhiam.
Já eram as afinidades se formando.

Hoje, somos quatorze.
De candidatos, somos Trainees.
Trainees do grupo Marquise.
Alunos, ouvintes, aprendizes.

Hoje? Já não somos os mesmos de ontem.
Mudou a rotina.
Mudaram as prioridades.
O próprio tempo mudou.

Amanhã? Vivemos o aprendizado hoje.
Livros, resenhas, treinamentos.
Estágios, relatórios, estudos.
Quanto mais buscamos, mais precisamos saber.

Amanhã? Lapidamos nosso talento hoje.
Blog, revistas, jornais.
Eventos, projetos, planejamento.
Cada passo que nos eleva no conhecimento.

Amanhã? Pensamos, sim, no amanhã.
Alunos que desejam ser tutores.
Aprendizes que almejam contribuir com o investimento feito.

Ouvintes aspirantes ao ensinamento.

Amanhã? Ex-trainees.
Valores, princípios e conhecimentos formados.
Atitudes e habilidades reconhecidas.
Futuros executivos.


Luana Marques

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Gerindo o próprio tempo

Em uma sociedade repleta de atividades para executar, o tempo tornou-se um dos recursos mais difíceis de ser gerido. Tal fato nos leva a refletir se estamos ou não utilizando-o de maneira correta e se existe alguma forma de conciliar as atividades pessoais com as profissionais.

Pesquisando sobre o tema e as maneiras de tornar a minha vida mais produtiva, encontrei uma metodologia sugerida por Stephen Covey em seu livro “Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes”. Não a utilizo na íntegra, mas fiz uma adaptação ao que necessito. De acordo com o proposto pelo autor, temos que dividir nossas atividades em quatro tipos.

O primeiro, chamado de primeiro quadrante, são as “urgentes e importantes”. Elas são compostas por tarefas que chegam de última hora e são “para ontem”, como e-mails para responder, telefonemas, problemas de uma maneira geral. Nesse quadrante, nós tendemos a gastar aproximadamente 75% do nosso tempo.

Depois vem o que chamamos de segundo quadrante que são as não urgentes e importantes. Essas são as atividades que planejamos. É nelas que encontramos a real satisfação de nossas necessidades. Fazendo uso do segundo quadrante, poderemos não correr contra o tempo ou “apagar incêndios”.

Em seguida, vem o terceiro quadrante, são as “urgentes e não importantes”. Nelas encontramos o nosso lazer. Normalmente abrimos mão dele em prol de outros afazeres, pois sempre dizemos que temos coisas mais importantes para fazer, muito embora reclamemos que precisamos de férias, viagem ou divertimento.

Por último, temos as não urgentes e não importantes conhecidas como quarto quadrante. Essas são as inutilidades. Aqui não cabe dizer o que é inútil, pois depende do que cada pessoa pensa. Para muitos, o ócio é perda de tempo, mas para mim é algo importante, desde que seja em pequenas quantidades.

O grande desafio é mudar a nossa vida do primeiro quadrante para o segundo. Fazendo isso, poderemos nos organizar para que sobre tempo para o terceiro quadrante. Poderemos, também, reduzir estresse e a sensação de correria, além de aumentar o sentimento de dever cumprido.

Por isso, para sermos mais produtivos e ganharmos em qualidade de vida precisamos investir cada vez mais em planejamento. Não é perda de tempo pensar na seqüência correta e no tempo correto para os afazeres, na verdade é um investimento extremamente importante.

Iolam Júnior

domingo, 23 de setembro de 2007

Drible a Falta de Tempo!

A falta de tempo é um mal que atinge a maioria das pessoas. A nossa vida a cada dia está mais corrida, é um verdadeira disputa contra o relógio. O brasileiro, em especial, já possui a cultura de deixar tudo para a última hora. Cada vez acumulamos mais atividades; é trabalho, faculdade, estudos, treinamentos, família... Às vezes penso se serei capaz de realizar tudo o que tenho para fazer em tão pouco tempo. Afinal, o número de horas em um dia é constante (24hr) e as obrigações são crescentes.

O gerenciamento e a organização do nosso tempo dependem exclusivamente de nós. Temos que utilizá-lo da maneira mais eficiente possível, podendo fazer disso um diferencial no profissional que somos. Pensando nisso, decidi compartilhar algumas dicas de como driblar a falta de tempo no trabalho aumentando a produtividade:

1. Limpe sua mesa e planeje as atividades do próximo dia.
2. Determine o tempo a ser dispendido em cada atividade, incluindo as pendências não resolvidas no mesmo dia. Depois de elaborar toda a lista, determine os itens de prioridade e comece por eles.
3. Assegure-se de que você dimensionou o tempo de forma correta para cada tarefa ser completada, incluindo o tempo gasto com imprevistos e interrupções que possam acontecer.
4. Faça primeiro os trabalhos mais difíceis, enquanto você está mais disposto. Deixe por último, as tarefas menores, já que estará mais cansado ao final do dia.
5. Estabeleça prazos finais para todas as tarefas e sinalize-as quando tiver terminado cada uma delas. Não prorrogue prazos de tarefas importantes, pois elas não serão menos árduas por isso.
6. Lembre-se de anotar horas e prazos específicos para tarefas de rotina como ler e responder e-mails, enviar fax, conversar com a equipe, atualizar relatórios etc.
7. Tente estabelecer horários em que você não permite ser perturbado, a não ser em caso de verdadeiras emergências.
8. Planeje suas ligações telefônicas. Faça um esboço do que precisa dizer e do que precisa saber. Caso seja necessário fazer várias ligações, tente fazer todas no mesmo intervalo de tempo pré-determinado para esta atividade.
9. Quando começar a fazer um trabalho, termine-o. Se deixar para depois, corre o risco de perder muito tempo para retomá-lo.
10. Planeje pequenos intervalos de descanso no período que costuma se sentir menos produtivo.
11. Reserve algum tempo para discutir problemas de rotina com colegas. Assim evita que seja interrompido a todo momento.
12. Aprenda a dizer não. Pergunte a você mesmo: eu sou a pessoa certa para essa tarefa?
13. Monitore como usa o seu tempo e mude conscientemente seu comportamento.
14. Stress e fadiga raramente são causadas pelas atividades realizadas. Geralmente são conseqüência daquilo que deixamos de fazer.
15. Adquira o hábito de terminar tudo que planejou naquele dia antes de ir embora para casa.

Ivo Dias