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terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Trabalho duro!

Para alguns o carnaval já acabou, mas para outros o carnaval só termina domingo. Contudo, quero parabenizar aqui aqueles que apesar da data comemorativa trabalharam normalmente, como por exemplo, médicos, policiais, bombeiros e outros.

Mas você chegou a observar que mesmo durante o período de carnaval seu lixo continuou sendo recolhido? É verdade! A coleta domiciliar de Fortaleza foi realizada normalmente pelos motoristas e coletores da ECOFOR. Este post é para homenageá-los.

Estou estagiando no setor de tráfego da ECOFOR, observei que por trás desse serviço, que para muitos pode parecer simples, existe uma complexa logística envolvida e o empenho de profissionais dispostos a realizar seus serviços de forma exemplar.

No primeiro dia de estágio, conhecemos um pouco das ferramentas que auxiliam na realização da coleta domiciliar, o GPS e o rádio. Conhecendo um pouco melhor estas ferramentas, para sabermos como elas funcionam e como são utilizadas no dia-a-dia da empresa.

Conhecendo um pouco melhor destas ferramentas, partimos para o próximo passo conhecer as rotas dos compactadores com os fiscais.

Foi neste momento que percebi que, apesar de já morar em Fortaleza há 26 anos, não conheço quase nada desta cidade que possui belezas singulares. Tive uma oportunidade ímpar para observar a nossa cidade, e ver como é o dia-a-dia dos coletores e motoristas encarregados de deixar nossa cidade limpa.

Ao observar o dia-a-dia desses trabalhadores, decidi escrever este post como forma de parabenizá-los e homenageá-los. Há muita coisa ainda para ser vista no tráfego, espero aprender um pouco mais da rotina deste setor.

Para finalizar, gostaria de citar uma pequena frase que li no livro deste mês, Transformando suor em ouro, “As oportunidades normalmente se apresentam disfarçadas de trabalho árduo e é por isso que muitos não as reconhecem.” –Ann Landers.

Daniel Nogueira

domingo, 6 de janeiro de 2008

Alô, Alô. Câmbio.

Neste mês de janeiro estou estagiando no setor de tráfego da ECOFOR. Nos primeiros dias acompanhamos a rotina do operador de rádio. Todas as informações referentes à atividade de coleta são encaminhadas a ele. Ele opera dois rádios, um para se comunicar com os motoristas, outro para repassar a mensagem aos fiscais, além do telefone, que toca constantemente, e o GPS, o qual ele usa para monitorar os caminhões via satélite. A tarefa não é nada fácil, quando rádios e telefone tocam ao mesmo tempo dá uma verdadeira embaralhada na cabeça.

Sempre que os motoristas completam a “carrada”, ou seja, sempre que o caminhão está com a carga completa, a informação deve ser repassada ao operador, caso haja qualquer problema no caminhão referente à manutenção, este também deve ser comunicado, além de informações referentes aos coletores ou motoristas que também são repassadas. O operador entra em contato com o fiscal, e então, ele informa aos motoristas como devem proceder em cada ocasião.

Através do GPS podemos ver a posição e a situação de cada caminhão. Verificamos se ele está parado, se está rodando ou, até mesmo, se ele está com excesso de velocidade. Cada qual aparece com uma cor específica de acordo com a situação.

Tive a oportunidade de operar o rádio, recebendo e repassando informações e procedimentos sempre que necessário. Posso dizer que “atenção” e “positivo” foram as palavras que eu mais falei durante o dia inteiro. O rádio é um verdadeiro treinamento de concentração. É preciso estar sempre atento para ouvir o chamado e entender a mensagem. Dependendo da distância do caminhão, a mensagem pode chegar com bastante ruído, porém, não pode haver dúvidas quanto ao conteúdo da informação.

A comunicação é fundamental para o sucesso dessa operação, em que tempo é um fator de vital importância. Os imprevistos devem ser resolvidos de imediato para não atrasar a produção, não ocasionar horas extras, nem reclamação dos clientes. Saber ouvir, ter paciência e ser objetivo são requisitos básicos para um operador de rádio. Requisitos tão básicos e importantes... mas que faltam para muitos de nós.

Jaqueline Barsi

sábado, 5 de janeiro de 2008

Atenção: 513 chamando!

Atualmente estou no setor do Tráfego da Ecofor e pude passar um dia inteiro operando o rádio de comunicação entre a base, os fiscais e os motoristas. Percebi que, apesar de simples operação, a prática e a familiarização com o equipamento são essenciais para levar bem esse trabalho no qual os operadores se revezam 24 horas por dia para manter em ordem a comunicação entre as partes.

A primeira transmissão de rádio no Brasil ocorreu no nosso centenário da Independência, em 7 de Setembro de 1922, com um discurso do então presidente Epitácio Pessoa. Hoje, 85 anos depois, apesar de não assustar mais tanta gente, é uma ferramenta incrível que continua sendo amplamente utilizada na polícia, nas frotas de táxi, equipes de segurança e também… na limpeza urbana.

É um equipamento relativamente barato, de fácil operação, que não gera reclamações às operadoras de telefonia (conseqüentemente menos dores de cabeça) e que tem sobrevivido ao rápido avanço tecnológico que estamos vivendo hoje em dia. E o efeito?... Ainda está para surgir um equipamento tão prático e rápido que o substitua.

Queria aproveitar a ocasião e elogiar a equipe do rádio da Ecofor pela versatilidade exigida e pelo comprometimento com que essa atividade é executada, não podendo desgrudar um minuto sequer do comunicador. Essa ferramenta tem auxiliado bastante a operação e a comunicação entre os funcionários. Copiou?

Ruben da Cunha