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quinta-feira, 15 de maio de 2008

ERP

Durante os meses de estágio na sede do grupo Marquise, quase todos os dias escuto a sigla ERP. Essa palavra esta no dia-a-dia das pessoas envolvidas no projeto que sabem profundamente as potencialidades dessa ferramenta gerencial. No entanto, para aquelas pessoas que nunca ouviram falar ou que esqueceram o seu significado, vou comentar sobre o tema.

ERP - origina-se do termo inglês Enterprise Resource Planning, que nada mais é que um pacote de ferramentas que engloba as informações de todos os departamentos de uma empresa, como financeiro, recursos humanos, marketing, controladoria e entre outros.

O ERP é um amplo banco de dados com informações que interagem e se realimentam constantemente.Essa tecnologia ganhou popularidade no Brasil no final da década de 90. No início era um privilégio das grandes companhias como: Sadia, Petrobras, Volkswagen e Unilever. Aos poucos os preços desses pacotes foram caindo e seus grandes desenvolvedores criaram programas para pequenas e médias empresas, uma vez que atingiram a maior parte das maiores corporações do País.

Além de proporcionar velocidade para atender o mercado, o ERP reduz custos operacionais e colabora para eliminar erros de dados entre os setores, focando o colaborador na parte mais importante para qualquer empresa, que é gerar lucratividade.

Martonne Filho

quarta-feira, 12 de março de 2008

TI

Durante os dias três e sete de março, estagiei no departamento de TI do Grupo Marquise. Nessa semana, eu quebrei o paradigma de que a TI era somente um departamento que auxiliava as pessoas quando havia qualquer problema com os seus computadores.

Além do Service Desk, que realiza o atendimento de 1ª linha com o usuário, a TI possui outros setores que colaboram para o funcionamento do grupo. Esses departamentos normalmente não são conhecidos pelos colaboradores.
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O setor de análise de negócios foi uma novidade que eu não conhecia e que me surpreendeu. Este setor identifica e avalia a necessidade de um serviço ou produto que possa ser implantado em um departamento do grupo pela TI.
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Após a identificação e avaliação, é apresentada a diretoria do grupo o estudo de viabilidade técnica e financeira dessa nova solução. Caso aprovado, os analistas de negócios colocam em prática essa solução. O ERP é um exemplo na prática.
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O estágio revelou que o departamento não se restringe apenas ao ambiente físico da sede do Grupo Marquise. Seu campo de atuação esta vinculado a praticamente a todas as atividades do Grupo Marquise. O aprendizado que eu que tive nessa semana é que o setor não é somente o “quebra galho dos usuários”. Ele deve ser considerado um importante departamento que ajuda a construir uma vantagem competitiva para qualquer negócio.
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Martonne Filho

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Em busca de um objetivo comum...

Em primeiro lugar, como o Victor já disse no post de ontem, gostaria de parabenizar o sucesso do IntegraRH e lembrar o quanto este envolvimento é importante para conseguirmos atingir a nossa meta, que é a colaboração entre as equipes em busca de um objetivo comum.

No presente momento, o objetivo comum da empresa é o sucesso da implantação do novo sistema que será implantado na Marquise, o ERP.

Essa nova conquista vai depender da adaptação de todo o Grupo e, mas do que nunca, a comunicação, a integração, a motivação, a colaboração e o empenho de todos serão fundamentais nesse processo.

Mudando de assunto, gostaria de compartilhar com vocês uma reportagem que li essa semana e que me chamou atenção. Ela abordava a reinvenção dos espaços coletivos.

O artigo mostrava a tendência dos jovens, hoje em dia, de substituir os espaços públicos abertos por espaços privados de trânsito público. Mas será que essa é uma tendência natural, ou a falta de espaços coletivos na cidade é que tem levado esses jovens a procurarem outras alternativas? E você, quantas praças conhece? Ficam aqui alguns pontos para reflexão…

O que busco com essas indagações é levar a refletir um pouco sobre a situação da nossa cidade, para o que estamos caminhando e qual está sendo a nossa posição como cidadãos…

Acho que se aceitarmos a idéia de que as pessoas estão cada vez mais individualistas (onde a diversão das novas gerações se resumem aos vídeo games) estaremos aceitando que daqui a alguns anos, esses mesmos jovens não terão nenhum tipo de sentimento em relação à cidade onde vivem. E ai? Viveremos em condomínios fechados, cada qual no seu “mundinho”, onde as ruas da cidade são apenas o caminho que percorremos para ir de casa para o trabalho e do trabalho para casa?

O que pretendo com essas questões é fomentar idéias e nos fazer despertar que existe um mundo do lado de fora da janela do carro, e que este é responsabilidade de todos!

Boa semana para todos,

Ellen Yanase