É bem verdade que os sistemas de informação são indispensáveis para a sobrevivência empresarial na atualidade, pois já é visível a dependência do computador dentro e fora do ambiente corporativo.
Ricardo Semler, em Virando a própria mesa (Rocco, 2002), contesta a utilização da informática nas empresas: “... um dos objetivos mais usados para vender sistemas é a palavra “consistente”. Os sistemas de computadores são consistentes. No entanto, a palavra que mais se ouve no final do mês, quando os relatórios atrasam é inconsistência. “Deu uma inconsistência e estamos tentando descobrir onde!”
Estamos em processo de mudança, de implantação de um sistema integrado, que certamente agilizará processos e reduzirá os erros. É difícil acreditar nessas afirmações de Semler quando o computador já exerce papel fundamental no processo da empresa e quando vemos sistemas funcionarem perfeitamente.
O que não podemos abrir mão é da comunicação verbal, do telefone (item muito esquecido com a utilização do correio eletrônico). Algumas empresas até já praticam o no-email Day (permanecem um dia inteiro por semana sem a utilização do correio eletrônico), o que nada adianta, visto que o único resultado é o acúmulo de e-mails para o dia seguinte.
Cuidemos para que o nosso trabalho não seja tão dependente da máquina, mas que essa ferramenta maravilhosa esteja à nossa disposição.
Ruben da Cunha
Ricardo Semler, em Virando a própria mesa (Rocco, 2002), contesta a utilização da informática nas empresas: “... um dos objetivos mais usados para vender sistemas é a palavra “consistente”. Os sistemas de computadores são consistentes. No entanto, a palavra que mais se ouve no final do mês, quando os relatórios atrasam é inconsistência. “Deu uma inconsistência e estamos tentando descobrir onde!”
Estamos em processo de mudança, de implantação de um sistema integrado, que certamente agilizará processos e reduzirá os erros. É difícil acreditar nessas afirmações de Semler quando o computador já exerce papel fundamental no processo da empresa e quando vemos sistemas funcionarem perfeitamente.
O que não podemos abrir mão é da comunicação verbal, do telefone (item muito esquecido com a utilização do correio eletrônico). Algumas empresas até já praticam o no-email Day (permanecem um dia inteiro por semana sem a utilização do correio eletrônico), o que nada adianta, visto que o único resultado é o acúmulo de e-mails para o dia seguinte.
Cuidemos para que o nosso trabalho não seja tão dependente da máquina, mas que essa ferramenta maravilhosa esteja à nossa disposição.
Ruben da Cunha