Estamos vivendo hoje um momento propício para as mulheres se afirmarem como capazes de assumir posições de destaque na sociedade. E não estou falando de revoluções, de queimar os sutiãs. São mulheres que estão conquistando seus espaços através da capacitação e ideais definidos. Aos poucos uma nova geração de mulheres está conquistando o poder, fato improvável até pouco tempo.
Hoje temos vários exemplos de mulheres com posições políticas importantes. Angela Merkel (1ª Chanceler da Alemanha), Ellen Johnson (Presidente da Libéria) e Michelle Bachelet (Presidente do Chile) são apenas alguns deles. Nas Filipinas as mulheres ocupam mais da metade dos cargos legisladores.
No Brasil, em 2006, Ellen Gracie Northfleet foi eleita a primeira presidente mulher do Supremo Tribunal Federal. No senado, atualmente elas estão representadas por apenas nove de um total de setenta e um senadores, número que vem crescendo a cada eleição e que tende a aumentar ainda mais.
A lei n°9504 – de 30.09.96, que garante que 30% das vagas nos partidos políticos sejam destinadas às mulheres, não está sendo utilizada por elas, que só ocupam 10% em média. Não é por falta de preparo em assuntos políticos, econômicos ou sociais do país que não há mulheres no poder. Alguns estudos apontam que os principais motivos para a distância entre elas e a política é o medo, a falta de recursos próprios (e de terceiros) e o desinteresse.
Já que no Brasil a maioria das ações sociais e ONG’s são coordenadas por mulheres e geram grandes resultados, muitas das questões sociais poderiam ser resolvidas (ou amenizadas) com o “know-how” dessas guerreiras se elas se dispusessem a assumir posições no Governo. Cabe a nós, eleitores, acabarmos com esse preconceito de que mulher é boa para cozinhar e não para governar.
Ruben da Cunha
Hoje temos vários exemplos de mulheres com posições políticas importantes. Angela Merkel (1ª Chanceler da Alemanha), Ellen Johnson (Presidente da Libéria) e Michelle Bachelet (Presidente do Chile) são apenas alguns deles. Nas Filipinas as mulheres ocupam mais da metade dos cargos legisladores.
No Brasil, em 2006, Ellen Gracie Northfleet foi eleita a primeira presidente mulher do Supremo Tribunal Federal. No senado, atualmente elas estão representadas por apenas nove de um total de setenta e um senadores, número que vem crescendo a cada eleição e que tende a aumentar ainda mais.
A lei n°9504 – de 30.09.96, que garante que 30% das vagas nos partidos políticos sejam destinadas às mulheres, não está sendo utilizada por elas, que só ocupam 10% em média. Não é por falta de preparo em assuntos políticos, econômicos ou sociais do país que não há mulheres no poder. Alguns estudos apontam que os principais motivos para a distância entre elas e a política é o medo, a falta de recursos próprios (e de terceiros) e o desinteresse.
Já que no Brasil a maioria das ações sociais e ONG’s são coordenadas por mulheres e geram grandes resultados, muitas das questões sociais poderiam ser resolvidas (ou amenizadas) com o “know-how” dessas guerreiras se elas se dispusessem a assumir posições no Governo. Cabe a nós, eleitores, acabarmos com esse preconceito de que mulher é boa para cozinhar e não para governar.
Ruben da Cunha