A leitura dos livros deste mês tem sido muito agradável e enriquecedora. Dentre os livros selecionados, o Paixão Por Vencer, do guru dos negócios, Jack Welch, está atraindo a minha atenção. A escrita apaixonada do autor envolve o leitor com uma energia incrível, mostra que o autor gosta do que faz e incentiva a leitura constante.
Um assunto abordado nas primeiras páginas do livro chamou a minha atenção. O autor diz que para uma empresa vencer são necessárias algumas características básicas e uma delas é a franqueza. O autor afirma que este quesito deve existir para gerar debates, incentivar a criatividade, possibilitar feedbacks positivos e acabar com aquelas reuniões apáticas, que todos concordam com o que é dito e nada é acrescentado.
Está característica pode fazer parte da cultura de uma empresa, mas também pode ser uma característica pessoal. Pessoas francas dizem o que pensam, por mais que seja uma afirmação ou questionamento negativo. Geralmente são pessoas transparentes e conhecidas por não terem “papas na língua”.
Tanto em uma empresa como em um indivíduo, a franqueza pode ser positiva ou negativa. Esta característica pode ser vista como chatice, pois tocar em assuntos delicados ou que possam desagradar as outras pessoas, não é bem visto aos olhos da sociedade. Desde criança fomos educados a não falar coisas que possam desagradar os outros por mais que seja verdade, mas em uma empresa está cultura deve existir e, para isso, as pessoas devem ser incentivadas pelas lideranças.
Eu sou uma pessoa franca e transparente e estou trabalhando para que esta caracteristica não se misture ou seja confundida com impulsividade. Ela pode ser muito útil para o meu futuro profissional e para os relacionamentos interpessoais, mas é preciso analisar os ambientes e as situações para que a franqueza não gere desconforto.
A franqueza pode se transformar em um ponto forte ou fraco, dependendo de como a mesma for trabalhada.
Tiago Becker
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