Quando começou o Programa de Trainee avisei em casa que não sabia se estaria presente nem mesmo na noite de natal ou de ano novo. Amigos perguntavam para onde eu ia no carnaval e eu respondia – “Não sei! Acho que não seremos liberados para o feriado!”Mas, para minha grande alegria fomos liberados sim! E, aproveitei o feriado, revendo minha família e terra natal – Recife/PE. Pela primeira vez em 25 anos estive lá na época do carnaval. E tive o prazer
de conhecer o tradicional Galo da Madrugada, os Papangus de Bezerros, a festa no Recife Antigo e depois a praia de Serrambi e suas águas cristalinas, pertinho de Porto de Galinhas.Por isso dei ao meu texto este título. Essa frase é a primeira frase de uma música de frêvo. Foi animador ver que Recife e o estado crescem com alguma idéia de ordenação e planejamento em infra-estrutura. Vias duplicadas, uma já concluídas outras ainda em obras, a potência que será a refinaria localizada próximo ao porto de Suape, o polo industrial e as grandes indústrias que
decidiram instalar lá suas filiais.Não só para uma Pernambucana apaixonada por sua terra, mas para qualquer visitante sensato, Pernambuco cresce. É claro que lá também existe o problema social. Mas estou comentando o quesito estrutura! Recife há muito tempo é cheia de viadutos, túneis, avenidas de quatro vias, muitas vezes não usam asfalto para pavimentar mas sim placas de concreto que duram muito mais.
E Fortaleza precisa disso. Largas vias, viadutos e não de sinais por toda a cidade aumentando o tempo de exposição dos cidadãos parados esperando para poder seguir. Um percurso na
Washington Soares que antes eu fazia em 3 minutos, hoje preciso de 8 ou 10 minutos para perfazê-lo. Fico exposta em quatro semáforos. Os retornos foram extintos, ou pega o sinal ou vai até a entrada para a Lagoa Redonda para voltar.Precisamos de um planejamento e que a cidade reflita esse planejamento!

Bom final de semana!
Catarina Guimarães
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