sábado, 1 de dezembro de 2007

Nada de “deixe como está para ver como fica”. Muda!

Chegando ao fim do ano, o que você poderia definir de mudança vivenciada durante 2007? Conseguiu cumprir as promessas da virada de ano? Conseguiu entrar no curso que queria? Foi atrás de mudar hábitos para ter uma melhor qualidade de vida? E aquele relacionamento que não dava mais, o que você fez?

Pois é, caro leitor, o assunto que vamos abordar hoje é mudança. Aliás, tudo tem conspirado pra que eu fale sobre isso. Primeiro, o aspecto temporal. Mudança de ano. Segundo, por todas as mudanças que ocorreram na minha vida com o Programa Trainee. Nessa semana acabei fazendo uma retrospectiva. Terceiro, porque estou de mudança, literalmente, (eu e minha família estamos deixando o apartamento que morávamos há uns 13 anos, por outro). Por fim, a mudança da cara do Blog. Nosso site passou por toda uma inovação, novas cores, novos detalhes, novos entretenimentos... tudo pela mudança.

E quase caíamos no mesmo erro da maioria das pessoas, o de adiar a mudança. Pensávamos em mudar o Blog apenas na virada do ano aproveitando o próprio contexto de “Ano Novo, Vida Nova”. Mas aí eu te pergunto uma coisa: - Quem disse o tempo ideal para se mudar? – E eu mesma respondo: Nunca é cedo ou tarde para mudar, não há um prazo. Por que amanhã? Por que segunda-feira? Por que em 2008? Aliás, hoje é o dia ideal!

A mudança é o tipo da coisa que as pessoas adoram deixar pra depois. A maioria das pessoas enxerga de maneira defensiva, com temor ou rejeição, especialmente porque junto à mudança é necessário abrir mão de algo que já se está acostumado. Seria ir contra o “natural” das coisas. “Todos pensam em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo”.

Pois aí, continuo a lhe dizer... Quem não muda, não cresce! Se não cresce, não está realmente vivendo. E o crescimento exige renúncia, exige perda temporária da segurança, exige mudanças. O crescimento é uma escolha, uma decisão que realmente pode fazer diferença na vida de uma pessoa. E o diferencial pode estar exatamente nessa adaptação ao novo, no desejo de desenvolver um potencial, na busca por estar atualizado, na visão otimista da mudança.

No próprio ambiente empresarial, cada vez mais, as mudanças exigem quebra de paradigmas. As organizações passam por mudanças de cultura, mudanças de negócios, por verdadeiras revoluções. E aí as mudanças exigem reordenar prioridades, redirecionar valores, mudar conceitos de certo e errado, apresentar novos focos de interesse e indicam maneiras diferentes de reagir quando metas não são alcançadas.

E aí quando eu canto: “não precisa mudar, vou me adaptar ao seu jeito...”, hoje eu já penso diferente. Penso que precisa mudar, sim! Todos precisam mudar. Os desafios, as situações inusitadas, as necessidades, as propostas, as empresas, as pessoas não vão se adaptar aos seus costumes, não. De alguma forma você precisa se reciclar. Já era o ditado “deixe como está para ver como fica”.

Luana Marques

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