sábado, 3 de novembro de 2007

Tomada de decisões

Gostaria de compartilhar com vocês um pouco sobre o treinamento de formação comportamental que tivemos hoje de manhã. O tema era: Tomada de Decisões.

Durante o treinamento, lembrei-me de uma das fases da seleção do programa de Trainees, a entrevista com os gestores, na qual a Glória me perguntou quais eram meus maiores defeitos e a questão da tomada de decisões foi um dos pontos que levantei.

Tal lembrança e identificação me proporcionaram algumas reflexões a respeito.

Baseada em uma frase do grande filósofo francês Jean Paul Sartre, “Não importa o que fizeram de mim, o que importa é o que eu faço com o que fizeram de mim”, acredito que as atitudes que tomamos e o modo como agimos resultam da vida que levamos hoje, responsabilizando-nos e norteando o caminho futuro.

No entanto, algumas questões a respeito perturbam a cabeça da maioria das pessoas: e se tivéssemos tomado aquele outro caminho? Será que o caminho que escolhi foi a melhor opção?

Dentre essas questões, só podemos garantir uma verdade: independente de qual caminho tenha escolhido, essa é sua realidade no momento, e não adianta questionar as escolhas passadas ou aquelas que deixou de fazer, nada disso vai mudar a sua vida hoje.

Sendo assim, como fazer para não tomar decisões precipitadas e parar de adiar decisões importantes a serem feitas?

A seguir estão alguns pontos que acredito ser de grande importância e que ajudam na tomada de decisões:
  • Em primeiro lugar, conscientize-se de que abster-se de fazer uma decisão já é uma escolha (por ação ou omissão estamos sempre fazendo escolhas);

  • Assuma a responsabilidade pelos seus atos, ninguém mais é responsável pelos erros ou acertos em seu caminho;

  • Não confunda aceitação com conformismo. De nada adianta ficar se remoendo por ter tomado uma atitude errada. Tome-a como exemplo para agir da melhor maneira em futuras situações semelhantes.

  • Finalmente, conscientize-se de que existem “n” possibilidades em seu caminho, não fantasie as escolhas que deixou de fazer.


Por fim, não esqueça que a importância que damos às nossas escolhas está indubitavelmente relacionada ao valor que conferimos à vida. Seja no âmbito profissional ou pessoal.


Ellen Yanase

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