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segunda-feira, 3 de março de 2008

Fruto do trabalho.

Caros,

Lançar a revista Insight Empresarial me proporcionou grandes ensinamentos corporativos como: trabalho em equipe, liderança, planejamento, controle, dentre outros. Mas os frutos da revista não se resumiram a isso.

Na minha faculdade, UFC - Universidade Federal do Ceará, nossa revista obteve grande repercussão. Meu professor de Finanças pediu para que eu explicasse aos alunos como era o programa de trainees da marquise, quais os seus benefícios e como conciliávamos nossa faculdade com as diversas atividades do programa. Esta experiência talvez tenha sido a primeira de muitas vezes que terei de falar em público.

Pensei que minha apresentação seria apenas nesta sala, porém quando meu professor de marketing II viu a revista pediu para conversar comigo e me pediu para apresentar um seminário sobre desenvolvimento sustentável para suas duas turmas. Ele disse que gostou muito da revista e que seria uma ótima oportunidade para que eu divulgasse o programa e o nosso trabalho.

Causou-me surpresa o convite para apresentar um seminário, mas ao mesmo tempo senti orgulho pelo reconhecimento de um trabalho que exigiu tanta coisa do nosso grupo. Vocês devem está se perguntando se eu aceitei o convite. Claro que aceitei. Pois esta será uma ótima oportunidade para trabalhar minha timidez, que é um dos focos do meu PDI – Plano de desenvolvimento Individual.

Estou preparando minha apresentação para mostrar ao professor e definirmos a data do seminário. Quem sabe, este seja um entre vários seminários que poderei fazer.

Daniel Nogueira

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Caras e bocas!


É comum para quem freqüenta o teatro ou já atuou em alguma peça teatral identificar aqueles que também já o fizeram ou fazem. Você percebe logo, ao observar a pessoa falando, que as “caras e bocas” são marcantes e dão vida ao que o locutor transmite.

É muito chato conversar com pessoas que nunca se sabe se estão contentes, se a conversa está sendo agradável a elas, enfim, pessoas sem expressão. A relevância dessa expressão pode ser levada para o trabalho. Nós, como trainees, devemos estar preparados para falar em público, dar um treinamento, convencer uma equipe. Para entreter, conquistar o interesse, ganhar aliados e motivar é necessário ser um artista! O olhar, a fala articulada, gesticulação e a entonação que se dá a voz são ingredientes fundamentais nessa “porção mágica”.

Outro fator crucial é o tal do “feeling” para sentir a platéia. É imprescindível para o sucesso da apresentação, seja ela de qualquer natureza (artística, instrutiva, educacional, insitucional, etc), que o interprete sinta o público. É necessário mudar a estratégia de conquista caso a platéia pareça desinteressada, sonolenta e dispersa.

Muitas pessoas falam que não sabem e/ou não gostam de falar em público devido ao nervosismo. Vale lembrá-los que inclusive artistas e palestrantes experientes e eficientes já declararam publicamente que “frio na barriga” não é particularidade dos tímidos e/ou inexperientes.

Portanto, anime-se ao defender sua idéia, dê vida àquilo que diz, interprete, gesticule! Só atente para o exagero, afinal você não quer ficar caricaturesco!

Bom dia!

Catarina Guimarães



terça-feira, 25 de setembro de 2007

Vença a si mesmo

Sabe aquele frio na barriga, mão suada, voz trêmula e branco na memória? Já sentiu isso? Esses são apenas alguns dos sintomas que apresento quando tenho que falar em público, e quanto maior o público, maior o nervosismo. Acreditando que o receio de falar em público seja uma característica de muitos de nós que precisa ser trabalhada, resolvi compartilhar com vocês algumas dicas de Reinaldo Polito concedidas à Revista Você S.A. de como se sair bem nesses momentos.

1. Se você fala rápido demais, repita as mensagens mais importantes usando outras palavras. Quem não entendeu da primeira vez entenderá da segunda. Se fala devagar, não desvie o olhar da platéia nos instantes de pausas mais prolongadas. Após o intervalo, volte a falar com mais ênfase.

2. Cuidado com os grunhidos "né", e "tá". Além de horríveis, demonstram insegurança.

3. Conheça o interlocutor. Se o grupo estiver familiarizado com o tema, não simplifique as informações.

4. Nunca, jamais, em hipótese alguma decore a palestra. Faça um roteiro: conte o problema, apresente a solução e, por fim, demonstre sua esperança no apoio dos diretores ao projeto.

5. Cuidado com a postura. Não fale com as mãos nas costas e olhe para todas as pessoas da platéia alternadamente. Há dois erros que as pessoas costumam cometer numa apresentação: falta de gestos ou excesso de gestos. Use-os, mas com moderação.

6. Evite as piadas. O risco de ninguém achar graça é grande e aí, meu chapa, vai ser difícil segurar a apresentação numa boa. Deixe a piada para o final, se for o caso.

7. Corrija problemas de dicção com dois exercícios bem simples. Morda o dedo indicador e leia em voz alta o mais claro possível. Dois minutos por dia bastam. Outro: leia poesias em voz alta. Esse é o mais eficiente dos dois, segundo Polito, para melhorar a dicção.

8. Se der o branco, não se desespere. Repita a última frase para tentar lembrar a seqüência. Se este recurso falhar, diga aos ouvintes que mais a frente voltará ao assunto. Se ainda assim não se lembrar, provavelmente ninguém irá cobrar por isso.

9. Todas essas recomendações ajudam no momento de falar, mas nada substitui uma consistente preparação. Use sempre todo o tempo de que dispõe.

A prática leva a perfeição portanto mãos à obra pessoal. Não desperdiçem as chances que tiverem para falar. Façam perguntas em aulas, palestras e seminários onde atuarem como ouvintes, aceitem convites para falar nas reuniões, participem de debates e se expressem em todas as ocasiões em que surgirem oportunidades.

Jaqueline de Vasconcelos Barsi