A construção civil é um dos setores que mais emprega no país. Funciona como um termômetro da atividade econômica: se o PIB (Produto Interno Bruto) cresce, o setor instantaneamen
te o acompanha. Caso contrário, havendo recessão, as obras somem, não se construindo estradas, habitações, hospitais, escolas e toda infra-estrutura básica que daria suporte ao crescimento.
A previsão para o crescimento do PIB nacional, neste ano, é aproximadamente de 4,5%. Segundo o presidente do SINDUSCON-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), João Rusti, haverá um crescimento de 7,9% no PIB da cadeia do setor. Isso pode representar, no mínimo, 150 mil novos postos de trabalho no país - 50 mil só no estado de São Paulo.
O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), instituído pelo Governo Federal em janeiro deste ano, é uma das esperanças para o setor nos anos seguintes. Entretanto, a altíssima carga tributária (38% do PIB), alta taxa de informalidade da mão-de-obra, falta de qualificação e produtividade dos operários e encargos são desafios que deverão ser vencidos pelo setor para a continuação do crescimento.
Martonne Filho
(Fontes: Folha Online, O Globo e SINDUSCON-SP)
2 comentários:
Interessante, ver postagens sobre assuntos diversificados. Acredito que pela variedade de áreas em que vocês atuam, têm muita coisa boa a explorar no blog.
E no Ceará, há este mesmo processo, com esta mesma intensidade? Qual o papel da Marquise no cenário da construção local?
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